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	<title>Dossiê Alex Primo</title>
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	<description>Tudo o que você queria saber e o Lattes não teve coragem de mostrar</description>
	<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 11:30:12 +0000</pubDate>
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		<title>Crescem os blogs privados</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 11:30:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexprimo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Avulso]]></category>

		<category><![CDATA[Blogosfera]]></category>

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		<description><![CDATA[ Nos primeiros anos dos blogs, utilizou-se o diário íntimo como metáfora explicativa para esse novo fenômeno na Web. Essa comparação logo foi criticada, tendo em vista que diários são privados e blogs já nasceram públicos. Ou seja, a escrita de  diários íntimos e blogs possuem objetivos distintos. Por outro lado, hoje observamos um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:left;"><img class="alignleft" style="float:left;margin:10px;" src="http://img.skitch.com/20080409-krw1yf6dkgi518i21nnn6xxi9i.jpg" alt="Diário com cadeado" width="200" height="149" /> Nos primeiros anos dos blogs, utilizou-se o diário íntimo como metáfora explicativa para esse novo fenômeno na Web. Essa comparação logo foi criticada, tendo em vista que diários são privados e blogs já nasceram públicos. Ou seja, a escrita de  diários íntimos e blogs possuem objetivos distintos. Por outro lado, hoje observamos um crescimento de blogs privados, protegidos por senhas  ou escondidos dentro de intranets organizacionais.</p>
<p style="text-align:left;">É muito difícil encontrar estatísticas sobre o número de blogs privados. Esta dificuldade é também relatada por Scoble e Israel no livro <a title="Saiba mais sobre o livro" href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=4444&amp;tipo=2&amp;isbn=047174719X"><em>Naked Conversations</em></a>. Esses autores, no entanto, entrevistaram Anil Dash,  vice-presidente da Six Apart, que produz o blog/programa Movable Type. Segundo ela, em 2005 32% clientes da empresa já mantinham blogs privados. Esse número teria sido absurdamente ampliado nos últimos 2 anos. É interessante observar que o <a title="Private Blogger Blogs Not So Secret" href="http://www.micropersuasion.com/2006/08/bewarned_privat.html">Blogger</a> e o <a title="WordPress.com adds Private Blogs and Custom CSS Upgrades" href="http://www.micropersuasion.com/2006/08/bewarned_privat.html">WordPress.com</a> só incluíram o serviço de blogs privados em 2006. Ou seja, trata-se de fenômeno mais recente na Web, comparando com a o tempo de existência dos blogs.</p>
<p style="text-align:left;"><img class="alignright" style="float:right;border:1px solid black;margin:10px;" src="http://img.skitch.com/20080410-b4rcq4wnqgn8jn6miewxgn5eta.jpg" alt="Blogs privados" width="150" height="309" />Mas por que abrir um blog, para logo em seguida fechá-lo para o acesso público? Seria apenas um retorno potencializado da escrita de diários pessoais?</p>
<p style="text-align:left;">Eu confesso que tenho dificuldades em acreditar que hoje os blogs privados aproximam-se de quase metade da blogosfera, tendo em vista a quantidade gigantesca de blogs públicos. Na falta de estudos mais detalhados, tampouco sabemos quais os gêneros mais dominantes nesta blogosfera &#8220;obscura&#8221;. Mas o que sabemos é que o potencial da interface dos blogs vem sendo reconhecido pelas organizações como uma importante forma de comunicação interna. Equipes de trabalho podem utilizar os blogs para tornar o conhecimento tácito de uma empresa em conhecimento explítico. Esses blogs/texto servem também para a rápida atualização de novos membros no grupo, que rapidamente tomam ciência dos avanços e decisões no projeto.</p>
<p style="text-align:left;">Blogs privados também são utilizados em ambientes de educação a distância para o registro dos avanços dos educandos, para a condução de trabalhos em grupo e, claro, para a interação entre os participantes dos cursos. Grupos de pesquisa podem fazer uso privado de blogs para o desenvolvimento de projetos científicos e escrita de artigos. Enquanto o artigo não é finalizado, o grupo pode preferir manter em sigilo os dados coletados até então.</p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">Blogs/programa podem servir de interface para a criação de textos literários, sem que se precise carregar o arquivo consigo durante viagens. É o que fez Alex Castro, do blog<a title="Blog de Alex Castro" href="http://www.interney.net/blogs/lll/"> Liberal Libertário Libertino</a>. Para escrever seu romance  <a href="http://empregadaseescravos.blogspot.com/">Empregadas &amp; Escravos</a>, ele abriu um blog privado onde acaba de terminar o primeiro episódio da história: <a title="Alex Castro explica o projeto" href="http://www.interney.net/blogs/lll/2008/03/11/caes_por_alex_castro/">Cães</a>. O autor distribui convites para os interessados em ler e comentar o texto.</p>
<p style="text-align:left;">Outro uso interessante é desenvolver um blog apenas para amigos ou família. Dia desses, ouvi uma professora relatar que abriu um blog privado para interagir com seu marido enquanto permanecia fora do país.</p>
<p style="text-align:left;">É, os blogs continuam desafiando as definições e metáforas que tentam reduzi-los a este ou aquele gênero específico.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/alexprimo.wordpress.com/132/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/alexprimo.wordpress.com/132/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alexprimo.wordpress.com/132/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alexprimo.wordpress.com/132/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alexprimo.wordpress.com/132/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alexprimo.wordpress.com/132/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alexprimo.wordpress.com/132/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alexprimo.wordpress.com/132/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alexprimo.wordpress.com/132/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alexprimo.wordpress.com/132/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alexprimo.wordpress.com/132/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alexprimo.wordpress.com/132/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexprimo.com&blog=1281510&post=132&subd=alexprimo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Diário com cadeado</media:title>
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			<media:title type="html">Blogs privados</media:title>
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		<title>Twitter e a paranóia</title>
		<link>http://alexprimo.com/2008/04/11/twitter-e-a-paranoia/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Apr 2008 14:55:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexprimo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blog do Maicon]]></category>

		<category><![CDATA[Microblogging]]></category>

		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Sexta-feira, dia de blogagem &#8220;light&#8221;. É justamente esse espírito que inspira o retorno do cartum &#8220;Blog do Maicon&#8221;:

Este cartum foi inspirado por este tweet do excelente autor de webjornalismo participativo Dan Gillmor.
       ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Sexta-feira, dia de blogagem &#8220;light&#8221;. É justamente esse espírito que inspira o retorno do cartum &#8220;Blog do Maicon&#8221;:</p>
<p style="text-align:center;"><img style="margin:10px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2096/2405765160_7e1a2901fe.jpg?v=0" alt="Blog do Maicon" width="400" height="400" /></p>
<p>Este cartum foi inspirado por este <a title="Tweet de Dan Gillmor" href="http://twitter.com/dangillmor/statuses/784567028">tweet</a> do excelente autor de webjornalismo participativo Dan Gillmor.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/alexprimo.wordpress.com/133/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/alexprimo.wordpress.com/133/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alexprimo.wordpress.com/133/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alexprimo.wordpress.com/133/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alexprimo.wordpress.com/133/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alexprimo.wordpress.com/133/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alexprimo.wordpress.com/133/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alexprimo.wordpress.com/133/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alexprimo.wordpress.com/133/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alexprimo.wordpress.com/133/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alexprimo.wordpress.com/133/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alexprimo.wordpress.com/133/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexprimo.com&blog=1281510&post=133&subd=alexprimo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Twitter e os afetos</title>
		<link>http://alexprimo.com/2008/04/08/twitter-e-os-afetos/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 19:46:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexprimo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[##GrEkK0o##]]></category>

		<category><![CDATA[Microblogging]]></category>

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		<description><![CDATA[##GrEkK0o## pensou muito em como chegar na gatinha da turma ao lado. Navegando em seu blog, descobriu o user dela no Twitter. Logo pensou em escrever: &#8220;140 caracteres é muito pouco para dizer o quanto te adoro&#8221;. Mas achou meio piegas&#8230; ficar assim se declarando. Preferiu dar uma espiada na página dela no Twitter. Navegando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="alignleft" style="float:left;margin:10px;" src="http://img.skitch.com/20080408-dbusy7dqxpua9rmbs8y5qi3xjg.jpg" alt="Twitter iove" width="201" height="52" />##GrEkK0o## pensou muito em como chegar na gatinha da turma ao lado. Navegando em seu blog, descobriu o user dela no Twitter. Logo pensou em escrever: &#8220;140 caracteres é muito pouco para dizer o quanto te adoro&#8221;. Mas achou meio piegas&#8230; ficar assim se declarando. Preferiu dar uma espiada na página dela no Twitter. Navegando em interações alheias, achou esta mensagem de uma tal de Natinha: &#8220;Querida, nada vai acabar com nosso amor&#8221;. Sem pensar muito, ##GrEkK0o## enviou um tweet privado : &#8220;140 caracteres não são suficientes para medir o buraco em meu coração&#8221;.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/alexprimo.wordpress.com/131/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/alexprimo.wordpress.com/131/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alexprimo.wordpress.com/131/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alexprimo.wordpress.com/131/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alexprimo.wordpress.com/131/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alexprimo.wordpress.com/131/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alexprimo.wordpress.com/131/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alexprimo.wordpress.com/131/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alexprimo.wordpress.com/131/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alexprimo.wordpress.com/131/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alexprimo.wordpress.com/131/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alexprimo.wordpress.com/131/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexprimo.com&blog=1281510&post=131&subd=alexprimo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Cuidado com a TinyURL no Twitter</title>
		<link>http://alexprimo.com/2008/04/07/cuidado-com-a-tinyurl-no-twitter/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Apr 2008 18:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexprimo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Microblogging]]></category>

		<category><![CDATA[phishing]]></category>

		<category><![CDATA[TinyURL]]></category>

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		<description><![CDATA[O serviço TinyURL é hoje um dos serviços mais populares da Web. Como as mensagens no Twitter não podem exceder 140 caracteres, é inviável sugerir muitos links em virtude de sua grande extensão. O link deste post que você está lendo contém 65 caracteres. Ao visitar o site do TinyURL, consegui criar um atalho com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>O serviço <a title="TinyURL" href="http://tinyurl.com/">TinyURL</a> é hoje um dos serviços mais populares da Web. Como as mensagens no <a title="Twitter" href="http://www.twitter.com">Twitter</a> não podem exceder 140 caracteres, é inviável sugerir muitos links em virtude de sua grande extensão. O link deste post que você está lendo contém 65 caracteres. Ao visitar o site do TinyURL, consegui criar um atalho com apenas 25 caracteres: <strong>http://tinyurl.com/45tsak</strong>. A idéia deste serviço é tão boa que já vem sendo copiada por sites como <a title="micURL" href="http://micurl.com/">micURL</a>.</p>
<p style="text-align:center;"><img style="border:1px solid black;" src="http://img.skitch.com/20080407-rb6kxbk1r5agyse8ruj326c1bs.jpg" alt="Exemplo de TinyURL" width="404" height="153" /></p>
<p>Como costumamos receber tantos links interessantes no formato TinyURL de pessoas que seguimos no Twitter, acabamos associando uma boa imagem a esse tipo de apontador. Por outro lado, os spammers e crackers já se deram conta disso. Como você já deve saber, uma das maneiras de coletar informações sigilosas dos internautas é enviar e-mails falsos com links que levam os desavisados a sites de &#8220;phishing&#8221;. Estas páginas se parecem com os sites reais, mas servem apenas para coletar users, senhas e outros dados pessoais. Pois tenho recebido o seguinte e-mail falso:</p>
<p style="text-align:center;"><img style="border:1px solid black;margin:10px;" src="http://img.skitch.com/20080407-x1ra4exicw26we7batb9ykjhws.jpg" alt="TinyURL escondendo um site de phishing" width="390" height="197" /></p>
<p>Observe que meu programa para leitura de e-mails revela o endereço associado ao link. Uma maneira fácil de identificar se o site-destino é falso é observar para onde a URL aponta. Como mostra a imagem, a TinyURL esconde o endereço original. Claro, o Ministério da Fazenda não utilizaria a TinyURL. Mas cuidado, não vá ser pego de surpresa.</p>
<p>Daqui a pouco vão aparecer TinyURLs maldosas também no Twitter. Não adianta dizer que você só assina Twitters de amigos e pessoas confiáveis. Em breve um deles vai cair em um site de phishing do próprio Twitter. Assim que ele informar user e senha, um robô começará a lhe enviar mensagens como se fossem de autoria de seu amigo. Você já deve ter visto esse filme no orkut, né?</p>
<p>PS: o site do TinyURL não oferece um mecanismo de denúncia de URLs &#8220;maldosas&#8221;.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/alexprimo.wordpress.com/130/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/alexprimo.wordpress.com/130/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alexprimo.wordpress.com/130/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alexprimo.wordpress.com/130/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alexprimo.wordpress.com/130/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alexprimo.wordpress.com/130/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alexprimo.wordpress.com/130/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alexprimo.wordpress.com/130/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alexprimo.wordpress.com/130/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alexprimo.wordpress.com/130/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alexprimo.wordpress.com/130/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alexprimo.wordpress.com/130/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexprimo.com&blog=1281510&post=130&subd=alexprimo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Exemplo de TinyURL</media:title>
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		<media:content url="http://img.skitch.com/20080407-x1ra4exicw26we7batb9ykjhws.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">TinyURL escondendo um site de phishing</media:title>
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	</item>
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		<title>&#8220;O Twitter vai terminar de matar o jornalismo&#8221;. Será?</title>
		<link>http://alexprimo.com/2008/04/03/o-twitter-vai-terminar-de-matar-o-jornalismo-sera/</link>
		<comments>http://alexprimo.com/2008/04/03/o-twitter-vai-terminar-de-matar-o-jornalismo-sera/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 14:04:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexprimo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

		<category><![CDATA[Microblogging]]></category>

		<category><![CDATA[blogs]]></category>

		<category><![CDATA[encadeamento digital]]></category>

		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi mais ou menos isso que escutei no episódio 138 do podcast TWIT (This Week in Tech). Durante o programa, Steve Gillmor disse que o Twitter é hoje uma de suas principais fontes de informação (veja mais sobre diferentes usos do Twitter aqui). A partir disso, o debate prosseguiu sobre o possível fim do jornal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img src="http://alexprimo.files.wordpress.com/2008/03/twitter.jpg?w=80&h=25" alt="Twitter logo" align="left" height="25" hspace="10" vspace="10" width="80" />Foi mais ou menos isso que escutei no episódio 138 do podcast <a href="http://twit.tv/138" title="TWIT">TWIT </a>(This Week in Tech). Durante o programa, <a href="http://blogs.eweek.com/newsgang/" title="Site de Steve Gillmor">Steve Gillmor</a> disse que o <a href="http://www.twitter.com" title="Twitter">Twitter</a> é hoje uma de suas principais fontes de informação (veja mais sobre diferentes usos do Twitter <a href="http://alexprimo.com/2008/03/06/usos-do-twitter-para-redes-sociais-e-paraplantas/" title="Usos do Twitter">aqui</a>). A partir disso, o debate prosseguiu sobre o possível fim do jornal impresso e até mesmo do jornalismo como o conhecemos hoje. Leo Laporte, âncora do podcast, citou um <a href="http://www.newyorker.com/reporting/2008/03/31/080331fa_fact_alterman?currentPage=all">recente artigo</a> da prestigiosa revista New Yorker sobre a vida e morte dos jornais americanos. O texto aponta que os jornais nos Estados Unidos vêm perdendo anunciantes, leitores e valor de mercado (o mesmo ocorre no Brasil). Para se ter uma idéia, as ações de importantes jornais caíram 42% nos últimos 3 anos. As ações da New York Times Company despencaram 54% desde 2004.</p>
<p>Este declínio vem sendo causado por novas tendências em circulação e propaganda, além, claro, da crescente força da internet. Eric Alterman, autor do texto na New Yorker, conclui que a internet está se transformando na principal fonte de notícias políticas para os leitores americanos. Isso já é realidade para os mais jovens e para aqueles com maior engajamento político, ele aponta. Por outro lado, a idade média de leitores de jornais americanos é de 55 anos.</p>
<p><img src="http://img.skitch.com/20080403-rfs5i8su69uxhcsi3pj5sww82e.jpg" alt="Morte do jornal" align="right" border="1" height="147" hspace="10" vspace="10" width="201" />Se o jornal impresso de fato terminar, eu não sentirei saudades do papel pardo e poroso com imagens borradas e que sujam nossas mãos. Por outro lado, já confessei aqui que adoro ler o jornal de manhã na mesa do café ou lê-lo no fim-de-semana deitado na rede. Nestes momentos, o que menos quero é estar na frente de um notebook. Torço para que de fato o tão esperado papel digital seja logo desenvolvido, pois ainda gosto muito da interface das grandes páginas de jornais. Elas permitem uma visão panorâmica que os sites e monitores não podem oferecer. Gosto também de ir &#8220;escaneando&#8221; página por página, caderno por caderno, descobrindo notícias que eu não leria ou não perceberia na versão online de um jornal.</p>
<p>Esse processo que acabo de relatar possivelmente não ocorre em seu Twitter. Se você usa esse serviço, você deve &#8220;seguir&#8221; (que funciona como um processo de assinatura de informações) pessoas com gostos muito semelhantes aos seus. <img src="http://i226.photobucket.com/albums/dd317/alexprimo/Picture10.png" alt="Encadeamento midiático" align="left" height="322" hspace="10" vspace="10" width="76" />Sendo assim, você pode manter-se muito informado sobre assuntos cujo interesse é compartilhado naquele grupo de &#8220;twitteiros&#8221;. Essa leitura seletiva é ótima para uma ultra-especialização em determinados assuntos. Por outro lado, pode nos isolar de outros temas que, a princípio, não atrairiam nossa atenção.</p>
<p>Essa discussão não é nova. Ela apareceu junto com as primeiras reflexões sobre hipertexto digital e jornalismo online. As ferramentas de busca, o clique apenas em matérias de total interesse e a assinatura digital de informações (o RSS veio potencializar essa prática) acabariam nos afastando de outras notícias, causando assim um novo processo alienante.</p>
<p>Por outro lado, creio que o Twitter (assim como os blogs) é mais uma fonte de atualização em nosso &#8220;mix informacional&#8221;. Como os próprios debatedores do TWIT lembraram, esses dois meios citados abastecem-se de notícias da mídia tradicional. Creio que eles dão eco às matérias da mídia de massa e de nicho. E mais, os blogs permitem que elas sejam discutidas de forma dialógica, o que é bloqueado em jornais e tevês, por exemplo.</p>
<p>Como propus <a href="http://www6.ufrgs.br/limc/PDFs/interney.pdf">em meu último artigo</a>, podemos hoje observar um &#8220;encadeamento midiático&#8221; entre os níveis de massa, de nicho e de micromídia. Se por um lado o Twitter e blogs (vistos aqui como micrimídia digital) potencializam a circulação de informações, as interações conversacionais nesses espaços virtuais têm também um importante papel político, na medida em que promovem uma reflexão sobre os temas difundidos na grande mídia, permitindo que as notícias não sejam apenas consumidas de forma a-crítica.</p>
<p>Mas o que seria dos blogs independentes e do próprio Twitter sem as estruturas jornalística institucionalizadas? Acredito que o jornalismo como um todo está se rearticulando. Está inclusive aprendendo com as práticas de webjornalismo participativo. Mas continuo acreditando que, para além de uma simples oposição entre isto e aquilo, precisamos adotar uma perspectiva sistêmica para analisar as atualizações do macro-sistema midiático em virtude das novas interações entre os sub-sistemas.</p>
<p>PS: Leia mais sobre a possível morte dos jornais <a href="http://www.guardian.co.uk/media/2007/nov/29/pressandpublishing.digitalmedia1">nesta matéria do Guardian</a>.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/alexprimo.wordpress.com/129/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/alexprimo.wordpress.com/129/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alexprimo.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alexprimo.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alexprimo.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alexprimo.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alexprimo.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alexprimo.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alexprimo.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alexprimo.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alexprimo.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alexprimo.wordpress.com/129/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexprimo.com&blog=1281510&post=129&subd=alexprimo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Twitter logo</media:title>
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			<media:title type="html">Morte do jornal</media:title>
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			<media:title type="html">Encadeamento midiático</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Ética na criação de mailing lists e vírus social</title>
		<link>http://alexprimo.com/2008/03/31/etica-na-criacao-de-mailing-lists-e-virus-social/</link>
		<comments>http://alexprimo.com/2008/03/31/etica-na-criacao-de-mailing-lists-e-virus-social/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 15:28:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexprimo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Interação Mediada por Computador]]></category>

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		<description><![CDATA[Tendo em vista um incidente que ocorreu neste fim-de-semana na lista de discussão da Compós, quero aqui discutir alguns procedimentos éticos no desenvolvimento de mailing lists.
Neste domingo, um relações públicas envia uma mensagem para a lista (também traduzida para o inglês!) com a seguinte informação:
É um prazer contar com seu endereço eletrônico em meu cadastro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img src="http://img.skitch.com/20080331-85kqax7krgdt8ckg2pndd6wnwx.jpg" alt="Spam" align="left" height="188" hspace="10" vspace="10" width="171" />Tendo em vista um incidente que ocorreu neste fim-de-semana na lista de discussão da <a href="http://www.compos.org.br/" title="Site da Compós">Compós</a>, quero aqui discutir alguns procedimentos éticos no desenvolvimento de mailing lists.</p>
<p>Neste domingo, um relações públicas envia uma mensagem para a lista (também traduzida para o inglês!) com a seguinte informação:</p>
<blockquote><p><i>É um prazer contar com seu endereço eletrônico em meu cadastro para envio de informações sobre eventos culturais, entre outros.<br />
</i></p>
<p><i>Respeitando a política anti-spam, solicito que responda a este e-mail caso deseje ser removido deste mailing com a palavra REMOVER no campo assunto.</i></p></blockquote>
<p>Logo em seguida, diversas mensagens aparecem na lista com o título &#8220;REMOVER&#8221;. Outros tantos e-mails são enviados em protesto à prática daquele RP. Mesmo que o autor da mensagem inicial tenha voltado à lista para pedir desculpas pelo &#8220;transtorno&#8221;, a enxurrada de mensagens ainda prossegue.</p>
<p>Há muito tempo se discute, principalmente na <a href="http://www.euro.cauce.org/en/optinvsoptout.html" title="Opt In Vs. Opt-Out">Europa</a>, quais seriam as boas práticas para a criação e assinatura de newsletters. Existem dois procedimentos básicos para a sua criação (veja os <a href="http://www.glocksoft.com/ep/creating_mailing_list.htm" title="subtipos">sub-tipos aqui</a>):</p>
<ul>
<li><b>Opt-in</b>: o internauta deliberadamente solicita a assinatura de uma newsletter. No caso do uso de um site para esse fim, a caixa para a seleção dessa opção deve vir desmarcada. Tal prática em sites que exigem algum tipo de cadastro garante ao internauta o direito de não assinar um serviço de forma desavisada;</li>
</ul>
<ul>
<li><b>Opt-out</b>: os internautas são incluídos na lista de distribuição por uma empresa ou profissional interessado em divulgar suas informações. As pessoas que não tem interesse naquelas newsletters precisam entrar em contato para pedir a remoção de seus endereços eletrônicos. No que toca o preenchimento de cadastros em sites, o método opt-out já apresenta a caixa de assinatura marcada. O internauta precisa desmarcar essa opção se não deseja passar a receber a newsletter ou propagandas de &#8220;parceiros&#8221;.</li>
</ul>
<p>Do ponto de vista de quem produz as newsletters, todas as pessoas que ele incluiu no mailing list devem ter interesse em suas informações. Por outro lado, ele dirá que as pessoas insatisfeitas com o serviço têm o direito de solicitar o cancelamento da assinatura. Mas, pergunto, quem lhe deu o direito de cadastrar os endereços eletrônicos de todas aquelas pessoas, para quem ele passa a &#8220;empurrar&#8221; todo o tipo de informações? Nesse sentido, mesmo que o produtor da newsletter possa insistir que têm uma política anti-spam, o envio não solicitado de uma newsletter, mesmo que apenas em uma oportunidade, já se configura como prática de spam.</p>
<p><img src="http://img.skitch.com/20080331-bwqu468ng4gf1cq4dbbyda2jyn.jpg" alt="V�rus" align="right" height="145" hspace="10" vspace="10" width="150" />Além de não ter seguido os procedimentos éticos da criação de uma newsletter (mesmo que se diga que aquele RP tenha incluído o endereço da lista da Compós de maneira inadvertida), ele desencadeou um processo que muitos chamam de &#8220;vírus social&#8221;.</p>
<p>Todos sabemos que um vírus de computador é um pequeno programa que prejudica o desempenho da máquina. Por outro lado, a prática do envio de e-mails seqüenciais acaba causando um problema equivalente. Ter de apagar sucessivos repasses de correntes, rumores e pedidos demandam tempo e fazem uso desnecessário da conexão à Internet. Ou seja, o vírus social se refere a uma prática que onera a rede e não um software maligno.</p>
<p>É justamente isso que vem agora acontecendo na lista da Compós. O envio de pedidos de remoção do endereço de e-mail solicitado pelo e-mail do RP exige que todos os outros assinantes recebam a mesma mensagem. Ou seja, sua prática spammer não apenas incluiu o endereço da lista de discussão da Compós (utilizando o modelo opt-out) como gerou um efeito de &#8220;vírus social&#8221;.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/alexprimo.wordpress.com/128/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/alexprimo.wordpress.com/128/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alexprimo.wordpress.com/128/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alexprimo.wordpress.com/128/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alexprimo.wordpress.com/128/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alexprimo.wordpress.com/128/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alexprimo.wordpress.com/128/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alexprimo.wordpress.com/128/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alexprimo.wordpress.com/128/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alexprimo.wordpress.com/128/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alexprimo.wordpress.com/128/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alexprimo.wordpress.com/128/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexprimo.com&blog=1281510&post=128&subd=alexprimo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Spam</media:title>
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		<media:content url="http://img.skitch.com/20080331-bwqu468ng4gf1cq4dbbyda2jyn.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">V�rus</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>As imposições da tecnologia na indústria moveleira</title>
		<link>http://alexprimo.com/2008/03/26/as-imposicoes-da-tecnologia-na-industria-moveleira/</link>
		<comments>http://alexprimo.com/2008/03/26/as-imposicoes-da-tecnologia-na-industria-moveleira/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2008 18:20:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexprimo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[A perspectiva mcluhaniana defende que as tecnologias nos servem como extensões. Sabemos do suporte que as interfaces digitais oferecem para as atividades cognitivas. A ciberarte e o design digital há muito nos mostram como a informática permite a ampliação do potencial criativo. Por outro lado, Arlindo Machado (2001, p. 41), um dos principais estudiosos da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>A perspectiva mcluhaniana defende que as tecnologias nos servem como extensões. Sabemos do suporte que as interfaces digitais oferecem para as atividades cognitivas. A ciberarte e o design digital há muito nos mostram como a informática permite a ampliação do potencial criativo. Por outro lado, Arlindo Machado (2001, p. 41), um dos principais estudiosos da comunicação, faz também um alerta:</p>
<blockquote><p>Desgraçadamente, porém, essas mesmas máquinas e programas se baseiam, em geral, no poder de repetição, e são os conceitos da formalização científica o que elas repetem até a exaustão. A repetição indiscriminada conduz inevitavelmente a estereotipia, ou seja, à homogeneidade e à previsibilidade dos resultados. <img src="http://alexprimo.files.wordpress.com/2008/03/criatividade.jpg" alt="criatividade" align="right" hspace="10" vspace="10" />A multiplicação, à nossa volta, de modelos pré-fabricados, generalizados pelo software comercial, conduz a uma impressionante padronização das soluções, a uma uniformidade generalizada, quando não a uma absoluta impessoalidade, conforme se pode constatar em encontros internacionais tipo Siggraph, nos quais se tem a impressão de que tudo o que se exibe tenha sido feito pelo mesmo designer ou pela mesma empresa de comunicação.</p></blockquote>
<p>De fato, é interessante observar como a facilidade de uso de muitos recursos  dos programas de criação gráfica  acabam por determinar uma estética padronizada. Quando o Photoshop incluiu o efeito de sombreamento (<i>drop shadow</i>), muitos textos e logotipos passaram a ter &#8220;sombrinha&#8221;. Hoje, grande parte das animações tem aquele jeitão do software Flash.</p>
<p><img src="http://img.skitch.com/20080326-cgtxc9bayfahd7q93m5as274xs.jpg" alt="Quarto modulado" align="left" height="148" hspace="10" vspace="10" width="202" />Em fevereiro, aproveitei o intervalo de almoço para visitar as principais lojas de móveis modulados para reformar nosso quarto. Observei que todas as empresas utilizam o mesmo software <a href="http://www.procad.net/br/products/promobstudio.aspx" title="ProMob">(ProMob</a>) e trabalham com MDF (provavelmente do mesmo fornecedor). Fiz projetos em todas as empresas que visitei, pude constatar que até o design era similar. Tendo em vista o processo industrial e a produção em série de modulados, a própria critatividade fica comprometida.</p>
<p>Também comprei algumas revistas especializadas. Nas fotos de ambientes projetados por renomados arquitetos, encontrei as mesmas linhas retas, impostas pelo linha produtiva, os mesmos gavetões e as mesmas texturas falsas. Sumiram as curvas! De Florense a micro-empresas de modulados, quase tudo se resume a disposição de caixinhas. Mudam os puxadores e dobradiças, mas os ambientes acabarão todos se resumindo a cantos retos, ao encaixe de placas de MDF.</p>
<p>Se o seu quarto também é modulado, provavelmente é muito parecido com o meu!</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/alexprimo.wordpress.com/127/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/alexprimo.wordpress.com/127/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alexprimo.wordpress.com/127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alexprimo.wordpress.com/127/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alexprimo.wordpress.com/127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alexprimo.wordpress.com/127/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alexprimo.wordpress.com/127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alexprimo.wordpress.com/127/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alexprimo.wordpress.com/127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alexprimo.wordpress.com/127/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alexprimo.wordpress.com/127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alexprimo.wordpress.com/127/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexprimo.com&blog=1281510&post=127&subd=alexprimo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">criatividade</media:title>
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			<media:title type="html">Quarto modulado</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Um pouco da história da escrita colaborativa</title>
		<link>http://alexprimo.com/2008/03/23/um-pouco-da-historia-da-escrita-colaborativa/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 01:33:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexprimo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[memistória]]></category>

		<category><![CDATA[escrita colaborativa]]></category>

		<category><![CDATA[hipertexto]]></category>

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		<description><![CDATA[
Como tinha comentado quando começamos a escrever a memistória &#8220;Perseguindo Nisus&#8220;, a escrita colaborativa de ficções não é nada nova. Nem tampouco se inicia no suporte digital.
No mercado editorial brasileiro, por exemplo, o livro &#8220;Pega pra Kapput&#8221;, publicado em 1978, foi escrito coletivamente pelos escritores Josué Guimarães, Moacyr Scliar, Luiz Fernando Verissimo e pelo desenhist [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img src="http://img.skitch.com/20080323-jbtadq4m8ki2t79essitgt8p7i.jpg" alt="Autoria Coletiva" align="left" border="1" height="156" hspace="10" vspace="10" width="209" /></p>
<p>Como tinha comentado quando começamos a escrever a <a href="http://alexprimo.com/2008/03/10/o-que-e-memistoria-e-como-participar/" title="O que é memistória e como participar?">memistória</a> &#8220;<a href="http://alexprimo.com/2008/03/10/memistoria-perseguindo-nisus-episodio-1/">Perseguindo Nisus</a>&#8220;, a escrita colaborativa de ficções não é nada nova. Nem tampouco se inicia no suporte digital.</p>
<p>No mercado editorial brasileiro, por exemplo, o livro &#8220;Pega pra Kapput&#8221;, publicado em 1978, foi escrito coletivamente pelos escritores Josué Guimarães, Moacyr Scliar, Luiz Fernando Verissimo e pelo desenhist Edgar Vasques. Segundo Guimarães, “Cada um escreveu um capítulo. O manuscrito era remetido, por pombo-correio, a um companheiro (companheiro! Imagina se fossem inimigos!) para que o continuasse”. <img src="http://img.skitch.com/20080323-qaybe9j4pny4cjd3y1f41gxgy3.jpg" alt="Pega pra Kapput" align="right" height="161" hspace="10" vspace="10" width="150" />Além de textos, o livro coletivo trazia algumas páginas no formato de histórias em quadrinhos, desenhadas por Vasques. Não havia um roteiro prévio e cada colaborador tinha total liberdade em continuar a história.</p>
<p><img src="http://img.skitch.com/20080323-catxwsr9x1523umu76b4dn64qg.jpg" alt="Páginas do Pega pra Kapput" align="right" height="103" hspace="10" vspace="10" width="150" /></p>
<p>Em sua tese de doutorado sobre escrita hipertextual, Raquel Longhi cita diversos antecedentes da escrita colaborativa. Uma das raízes mais lembradas é o processo literário dos surrealistas chamado de &#8220;cadáver estranho&#8221;, através do qual uma poesia, por exemplo, é criada através da escrita de versos por participantes que só podiam ver o trecho imediatamente anterior ao seu. No meio digital, Raquel destaca o trabalho pioneiro de Roy Ascott: &#8220;<a href="http://alien.mur.at/rax/ARTEX/PLISSURE/plissure.html" title="La plissure du texte">La plissure du texte</a>&#8220;, de 1983. Este projeto foi construído por 14 autores, durante 3 semanas, dia e noite. Já no contexto educacional, um marco importante no uso da tecnologia digital para a criação de histórias colaborativas é o projeto <a href="http://www.eastgate.com/catalog/Dickens.html" title="The Dickens Web">Dickens Web</a>, coordenado pelo professor George Landow (autor do referencial livro &#8220;Hypertext&#8221;). No Brasil, o projeto &#8220;<a href="http://www.textodigital.ufsc.br/num02/palacios.htm">A Lady e o Arminho</a>&#8221; foi criado pelos alunos de um dos primeiros cursos sobre hipertextualidade no país, ministrado online por <a href="http://gjol.blogspot.com/" title="Blog do GJOL">Marcos Palacios</a>.</p>
<p>Muitos estudos e experiências também foram realizados com o uso de ficções em hipertexto digital no doutorado em <a href="http://www.pgie.ufrgs.br/novoSite/prot/" title="PGIE/UFRGS">Informática na Educação</a> da UFRGS. A professora Margarete Axt conduziu uma dessas primeiras experiências, na qual 8 colaboradores criaram a história coletiva “Era uma vez&#8230;”. Em um artigo que reflete sobre a experiência, <a href="http://www.inf.ufes.br/~sbie2001/figuras/artigos/a037/a037.htm" title="ERA UMA VEZ...co-autoria em narrativa coletivas intersecionadas por tecnologias digitais">Axt et al (2001)</a> comentam:</p>
<blockquote><p>A cada novo acesso que se faz à narrativa, a sensação que se tem é de encontro com uma outra história: parágrafos inteiros foram colocados entre os que já haviam sido escritos agenciando novas conexões e dispersões; personagens aparecem e morrem, enquanto outros parecem ter ficado distantes; tempos e lugares se modificam rapidamente; perguntas que interrogam, reticências que convocam, descrições que surpreendem, acontecimentos que decepcionam. Tudo conduz a uma sensação indescritível de desorganização. É como se a história tivesse seguido seus próprios rumos, como se os personagens houvessem modificado, por sua própria vontade, toda a trama enquanto os autores dormiam.</p></blockquote>
<p align="justify"><img src="http://img.skitch.com/20080323-1mjm2inkk2pn9h7f1y2ab81bq1.jpg" alt="Jodo Autoria" align="left" height="153" hspace="10" vspace="10" width="200" /></p>
<p>Este brevíssimo histórico do processo de criação colaborativa de histórias não pode deixar de mencionar o jogo &#8220;Autoria: o jogo de criar histórias&#8221;, criado pela escritora Sonia Rodrigues (filha de Nelson Rodrigues). O jogo funciona como um guia de estrutura narrativa, através de cartas e um tabuleiro.</p>
<p align="justify">Minha primeira experiência com ficções colaborativas foi em meu antigo site <a href="http://usr.psico.ufrgs.br/~aprimo/index.htm" title="Espiral Interativa">Espiral Interativa</a>, há cerca de 10 anos. Na seção &#8220;<a href="http://usr.psico.ufrgs.br/%7Eaprimo/lazer/story.htm" title="Obra em obras">Obra em obras</a>&#8221; eu propunha algo muito parecido com a memistória. Na época, 2 histórias começaram a ser escritas (mas nunca foram terminadas): <a href="http://usr.psico.ufrgs.br/%7Eaprimo/lazer/cybetrip.htm">Uma viagem cibernética</a> e <a href="http://usr.psico.ufrgs.br/%7Eaprimo/lazer/tears.htm">Lágrimas de Anjo</a>.</p>
<p align="justify">E você, conhece outras experiências pioneiras e interessantes nessa área? Em um post anterior, Suzana Gutierrez comentou seu projeto educacional <a href="http://wikistorias.wikispaces.com/" title="Wikistórias">Wikistórias</a>. Vale a pena conhecer!</p>
<p align="justify">Bem, pretendo continuar esse assunto em um post futuro.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/alexprimo.wordpress.com/125/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/alexprimo.wordpress.com/125/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alexprimo.wordpress.com/125/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alexprimo.wordpress.com/125/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alexprimo.wordpress.com/125/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alexprimo.wordpress.com/125/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alexprimo.wordpress.com/125/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alexprimo.wordpress.com/125/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alexprimo.wordpress.com/125/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alexprimo.wordpress.com/125/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alexprimo.wordpress.com/125/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alexprimo.wordpress.com/125/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexprimo.com&blog=1281510&post=125&subd=alexprimo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Autoria Coletiva</media:title>
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			<media:title type="html">Pega pra Kapput</media:title>
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			<media:title type="html">Páginas do Pega pra Kapput</media:title>
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			<media:title type="html">Jodo Autoria</media:title>
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		<title>Interney Blogs na Compós: micromídia digital e encadeamento midiático</title>
		<link>http://alexprimo.com/2008/03/19/interney-blogs-na-compos-micromidia-digital-e-encadeamento-midiatico/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 18:28:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexprimo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blogosfera]]></category>

		<category><![CDATA[encadeamento midiático]]></category>

		<category><![CDATA[Interney Blogs]]></category>

		<category><![CDATA[micromídia digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Já estão no ar os trabalhos aprovados para o XVII Encontro da Compós. Trata-se de um dos eventos nacionais mais importantes na área da Comunicação. Neste ano estarei apresentando no GT Cibercultura e Comunicação o artigo  &#8220;Interney Blogs como micromídia digital: Elementos para o estudo do encadeamento midiático&#8221;. O trabalho pode ser acessado aqui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img src="http://img.skitch.com/20080319-rqe9yt8fxx2t8jwr2j5ikw7644.jpg" alt="Logo da Compós" align="left" height="48" hspace="10" vspace="10" width="169" />Já estão no ar os trabalhos aprovados para o <a href="http://www.compos2008.com/" title="Site oficial da XVII Encontro da Compós">XVII Encontro da Compós</a>. Trata-se de um dos eventos nacionais mais importantes na área da Comunicação. Neste ano estarei apresentando no GT Cibercultura e Comunicação o artigo  &#8220;Interney Blogs como micromídia digital: Elementos para o estudo do encadeamento midiático&#8221;. O trabalho pode ser acessado <a href="http://www6.ufrgs.br/limc/PDFs/interney.pdf">aqui</a> ou no próprio <a href="http://www.compos.org.br/" title="Site da Compós">site da Compós</a> (viste a biblioteca de cada GT para acessar todos os textos).</p>
<p>Durante o texto, busco mostrar que os conceitos de <i>broadcasting</i> e <i>narrowcasting</i> não são mais suficientes para o estudo da estrutura midiática contemporânea. Nesse sentido, utilizo a tipologia de Thornton (mídia de massa, mídia de nicho e micromídia) para o estudo dos blogs. Ao reconhecer a especificidade dos blogs independentes em relação a outras formas de micromídia, como fanzines e rádios livres, sugiro que aqueles fazem parte de uma sub-categoria: micromídia digital.</p>
<p><a href="http://www.interney.net" title="Conheça o portal Interney Blogs"><img src="http://www.interney.net/imagens/ylogob.gif" alt="Logo do Interney Blogs" align="right" height="49" hspace="10" vspace="10" width="150" /></a>Para o debate sobre quando blogs são mídia de nicho (ou mídia segmentada) ou micromídia digital, discuto as interações nesses espaços através do conceito de contrato de comunicação de Charaudeau. Mas, para essa argumentação não ficar muito abstrata (!), faço uma análise empírica sobre o condomínio de blogs mais conhecido do Brasil, o <a href="http://www.interney.net" title="Interney Blogs">Interney Blogs</a>.</p>
<p>Após questionar a simplista oposição entre blogs e mídia de massa (<i>update</i>: no sentido de que os primeiros nos salvariam definitivamente das corporações midiáticas. Claro, blogs nunca serão massivos!) e apontar o uso de blogs/programa por indústrias culturais (como o Bloglogs da Globo), eu proponho uma discussão sobre o que chamei de &#8220;encadeamento midiático&#8221;. Ou seja, a inter-relação entre os diferentes níveis midiáticos. Durante essa argumentação, busco demonstrar a intertextualidade existente entre os níveis massivo, de nicho e micromidiático. E, claro, relato como os blogs de micromídia digital analisam temas encontrados na mídia tradicional, e como  eles também pautam notícias nos veículos de grandes corporações. Finalmente, aponto como a própria micromídia digital pode retroalimentar as indústrias culturais hegemônicas.</p>
<p>Espero poder explicar tudo isso melhor em futuros posts. Por enquanto, fica a dica de visitar as páginas dos GTs e conhecer o que será discutido no Encontro da Compós, que será realizado em São Paulo, entre  3 e 6 de junho.</p>
<p>Em tempo: aproveito para agradecer a participação dos blogueiros do Interney Blogs na pesquisa. Agradeço também a mestranda <a href="http://bobagemminha.blogspot.com/" title="Blog Bobagem Minha">Sandra Bordini</a> que me ajudou na análise da propaganda veiculada naqueles blogs.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/alexprimo.wordpress.com/124/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/alexprimo.wordpress.com/124/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alexprimo.wordpress.com/124/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alexprimo.wordpress.com/124/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alexprimo.wordpress.com/124/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alexprimo.wordpress.com/124/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alexprimo.wordpress.com/124/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alexprimo.wordpress.com/124/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alexprimo.wordpress.com/124/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alexprimo.wordpress.com/124/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alexprimo.wordpress.com/124/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alexprimo.wordpress.com/124/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexprimo.com&blog=1281510&post=124&subd=alexprimo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Onde se esconde o inédito?</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 12:55:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexprimo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blogosfera]]></category>

		<category><![CDATA[blogagem inédita]]></category>

		<category><![CDATA[criatividade]]></category>

		<category><![CDATA[ineditismo]]></category>

		<category><![CDATA[plágio]]></category>

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		<description><![CDATA[Este post é inspirado pela campanha do Edney Souza, do Interney Blogs, pelo que chama de &#8220;Blogagem inédita&#8221; (vale também ler este post que deu origem à proposta).
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É possível ser inédito hoje? Onde o ineditismo se esconde? É possível encontrá-lo seguindo os mesmos caminhos já trilhados por outros aventureiros? Ouvi dizer de alguns desbravadores que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Este post é inspirado pela campanha do Edney Souza, do Interney Blogs, pelo que chama de &#8220;<a href="http://www.interney.net/?p=9761731">Blogagem inédita</a>&#8221; (vale também ler <a href="http://www.interney.net/?p=9761727" title="Cr�tica de Edney à blogosfera">este post</a> que deu origem à proposta).<br />
_____________________</p>
<p>É possível ser inédito hoje? Onde o ineditismo se esconde? É possível encontrá-lo seguindo os mesmos caminhos já trilhados por outros aventureiros? Ouvi dizer de alguns desbravadores que tão logo avistaram o inédito ele se transmutou e mudou seu domicílio.</p>
<p>Esta busca corre por todos os lados: na literatura, na música, na academia. Roqueiros e poetas, coreógrafos e  doutores&#8230;todos em busca do surpreendente, do sensível imprevisto e até mesmo do velho reconfigurado. Sim, pois uma releitura criativa pode inspirar um sem número de novas leituras.</p>
<p><img src="http://img.skitch.com/20080317-xcud6imthhws2armhi6tdupg4d.jpg" alt="Duchamp produziu algo inédito?" align="left" height="176" hspace="10" vspace="10" width="186" />Dizem os manuais jornalísticos que um cachorro que morde alguém não é notícia. Mas se alguém morde um cão, aí sim se tem um fato noticioso. Da mesma forma, será que precisamos morder cachorros por aí para deixaramos nosso nome no hall da criatividade? De que raça seria o cusco que Einstein mastigou? E Charlie Parker, será que a causa de sua morte prematura seria raiva contraída de um cachorro de rua?</p>
<p>Suspeito que criação rime com informação. Este é o mantra que repito em minhas disciplinas de projeto gráfico: &#8220;sem informação, não existe criação. Sem informação, não existe criação&#8221;. O inédito também deve rimar com leitura, ir ao cinema, ouvir MP3, navegar pela rede. De outra forma, de onde viria o vocabulário da inovação? Vejam só! Informação também rima com inovação. E não me venham com a famosa crise da folha em branco. Sofrem com ela apenas os preguiçosos e desinformados. Nenhum papel ou arquivo digital permanece pálido diante de uma mente agitada.</p>
<p>Enfim, basta escrever, escrever, escrever; pintar, desenhar, rabiscar; canta, tocar, arranhar? Mais cedo ou mais tarde o inédito surgirá surpreendendo? Os cemitérios estão cheios de artistas, acadêmicos e jornalistas que morreram de exaustão. E para seu desgosto eterno, muitas celebridades por aí conquistaram a fama sem nunca terem dito nada.</p>
<p>Também é triste saber que não somos o marco zero de nossas falas.  Muito do que pronunciamos resgata o que já foi dito outrora. Somos atravessados por discursos, ouvimos vozes do passado e as repetimos. O que digo vem acompanhado de tantos outros dizeres. Neste post, por exemplo, percebe-se rapidamente as marcas de Foucault e Bakhtin. Mas uma análise mais cuidadosa de meu teclado encontrará muitas outras digitais.</p>
<p><img src="http://img.skitch.com/20080317-595pjdfckj46e8124wj8wpt89.jpg" alt="Isto é criativo?" align="right" height="194" hspace="10" vspace="10" width="121" />Não desanimemos. Em nossa geração muitos terão encontrado o inédito. Nos deixarão nos mordendo de inveja (ei, deveríamos estar mordendo cães): como não pensamos nisso antes? Esses caras terão nos mostrado que o ineditismo pode brotar da mistura, da bricolagem, de uma receita que ninguém tinha experimentado. O novo também pode brotar do acréscimo de um tempero diferente.</p>
<p>Mas ninguém acorda em uma segunda-feira e diz: vou ser o mais criativo do dia da &#8220;blogagem inédita&#8221;! Bem, melhor me dirigir a um canil e ver o que consigo por lá.</p>
<p>De toda forma, não existe hora nem época para se esbarrar no inédito. É, parece que ele nos dá um encontrão inesperado. Mas quem já foi de encontro a ele confessou que já estava em seu encalço. Outros, porém, seguem atrás dos intrépidos, perseguem as picadas já abertas. Assim, não conseguem nunca achar o que já foi achado. E atrás desses ainda vem os que copiam as trilhas e vendem reproduções mais em conta das descobertas. Não poderia ser diferente. O ineditismo é tentador. Se por um lado nos encanta por suas novas cores, ele cega a tantos outros que o perseguem com pincéis gastos de tinta barata.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/alexprimo.wordpress.com/123/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/alexprimo.wordpress.com/123/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alexprimo.wordpress.com/123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alexprimo.wordpress.com/123/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alexprimo.wordpress.com/123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alexprimo.wordpress.com/123/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alexprimo.wordpress.com/123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alexprimo.wordpress.com/123/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alexprimo.wordpress.com/123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alexprimo.wordpress.com/123/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alexprimo.wordpress.com/123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alexprimo.wordpress.com/123/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexprimo.com&blog=1281510&post=123&subd=alexprimo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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