Home / Uncategorized / E-Books: morte dos livros impressos?

 

A velha discussão sobre impresso x digital divide opiniões no mundo editorial. Sejam jornais ou livros, o crescimento das mídias digitais causou uma mudança de hábito em boa parte dos leitores mundo afora, tirando a “exclusividade” da informação que antes era passada através do papel. Por mais que a sensação de ler o bom e velho livro impresso ainda seja preservada por muitos leitores, outra boa parcela deles prefere ler online.

Os e-books se tornaram boa alternativa para quem gosta de uma boa leitura. Um dos grandes motivos que levam as pessoas a optarem pelos livros digitais é a facilidade em se encontrar uma infinidade de livros e autores na internet: não é preciso sair de casa, bastam alguns cliques e o custo é bem menor – até de graça em alguns casos. Cada vez mais downloads de e-books são feitos com autorização de autores e editoras, que já entenderam o poder da internet e adotaram a estratégia de conviver com ela.

Os sites de compras coletivas também entraram na onda: alguns, como o Groupon, oferecem descontos para baixar livros que podem chegar a mais de 70%. É mais barato e mais prático, além de oferecer a possibilidade de encontrar maior variedade de obras e autores sem precisar sair de casa ou esperar a entrega de uma compra online.

Os livros digitais vão acabar com os impressos? Difícil precisar, mas a tendência é que, assim como acontece com os jornais, o livro impresso perca cada vez mais terreno por conta de suas limitações em termos de custo e praticidade. O fato é que as empresas deste segmento não podem se esquecer dos impressos, mas também não podem ignorar o impacto que a internet trouxe a este mercado. Grandes jornais, como o The New York Times e o Jornal do Brasil já digitalizaram todos os seus acervos. Já o Google vem firmando acordos com empresas e editoras e digitalizando livros há cerca de seis anos.

Para as editoras e autores é tudo uma questão de saber aproveitar a internet e o seu imenso poder de alcance, utilizá-la como uma mídia e uma ferramenta a mais de divulgação e vendas, além de levar o conhecimento para todos. Para os leitores, é uma fonte a mais de informação, uma gigantesca biblioteca virtual a sua espera. O importante mesmo é que as pessoas se interessem cada vez mais por livros, digitais ou de papel, na escrivaninha ou no Kindle, e aprimorem cada vez mais seus conhecimentos.

 

Este artigo foi escrito em cooperação com o Groupon

 
 

5 Comments

  1. Alex,

    Viste que a vinda da Amazon para o Brasil está programada para este ano, talvez já em setembro, e que as editoras e livrarias locais já estão protestando?

    A vinda deles pode tardiamente fazer com que títulos nacionais tenham edições também digitais 😉

     
  2. Rafaeli Aguilheiro says:

    Parabéns pelos seus artigos!Excelentes!! abraço

    O ser humano é, na sua incansável busca pelo desenvolvimento, e todo e qualquer conhecimento que possa lhe trazer bem estar, satisfação e sentimento de portabilidade; inerente as coisas que lhe permitem uma conexão além do imaginário e que lhe causem uma experiência em quase todos os seus sentidos; Portanto, é fato, precisamos ver, tocar, sentir a sensação de avançar e maximizar nossas experiências; É assim com um bom livro. Iremos ler tablets, ipads e em pouco tempo tempo talvez, em textos holográficos, mas ficaremos tentados, agora, ou daqui a cem anos, nem que seja em raros momentos de nossa louca rotina apanhar “aquele livro’’, de preferência empoeirado e cheirando a guardado, e folhear, página após página sentindo o real prazer, por isso que o livro não é nem nunca foi apenas objeto para o armazenamento e a divulgação de um conjunto específico de dados.O livro é como fogo, se pode sentir o calor de várias fontes mas nada substitui o cheiro da lenha e a magia da chama, mesmo para quem nunca viu uma fogueira.

    Rafaeli Aguilheiro

     
  3. Não acredito que seja a morte dos livros impressos pela questão de conforto. Não é muito relaxante ler um livro na tela de computador, por exemplo. Mesmo utilizando aqueles aparelhos próprios, como os “Ebook Readers” ou até mesmo um celular. Os olhos ficam mais cansados e muitas pessoas têm dores de cabeça, o que não é vantagem para pessoas mais velhas, como eu, rs.

     
  4. Teacher Katuki says:

    Os livros devem continuar sendo no formato físico também, seja em papel, plástico, placas de metal ou outro… Num mundo futurista, onde as possibilidades parecem infinitas, devemos pensar também na volatilidade da informação digital, pois, se na ficção podemos ver um planeta semi-destruído, como será com a informação digital que terá se perdido, por não ter sida colocada no papel ou outro meio de longa durabilidade??? Acho que tô vendo muita TV, rrss [assistam “O livro de Eli”] 😉

     
  5. Julhana Cella says:

    Acho que e-books jamais substituirão os livros impressos… pois nada se compara ao prazer tátil de manusear o livro… sentir sua textura, seu cheiro… isso acredito que nunca será substituído… acredito que há espaço para ambos e que em algumas situações pela praticidade os e-books ganhem campo… mas não vejo que isso seja o fim dos livros impressos.

     

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