Home / Vídeos / A morte das mídias sociais – Vlog Número Primo #2

 

Os blogs morreram? O Twitter está com os dias contados? O Facebook vai desbancar o Google? Todas essas questões são discutidas no segundo episódio do Vlog Número Primo.
Eu defendo uma ecologia de mídias e mostro como cada meio oferece certas peculiaridades que precisam ser conhecidas pelo profissional de Marketing Digital.
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Envie suas sugestões de pauta para os próximos episódios.

Para saber mais sobre o conceito de affordances, leia o livro Design do dia-a-dia, de Donald Norman.

 
 

26 Comments

  1. Bom dia Alex. Seu vídeo é muito esclarecedor, penso que são meios para usos distintos facebook, blogs, orkut, tweet, em fim. Neste momento vejo estes meios exatamente como ferramentas de uso distintos cada um com sua particularidade. Bem, vejo o recurso que utilizas para dizer algo através de vídeos excelentes, pois nossa sociedade imediatista prefere ver do que ler. E a explicação que fazes foi muito didática e instiga a vontade de conhecer o que tens a dizer, parabéns.

     
  2. Anônimo says:

    Excelente o teu post, Cynara! Recomendo a leitura 🙂

     
  3. Anônimo says:

    Pois é, Marli. Essa é uma das razões que decidi iniciar o vlog. Mas tem gente que também reclama que 10 minutos é tempo demais! Será que precisarei apelar para vídeos com 140 segundos no futuro?

     
  4. Adorei a “ecologia” dos canais de mídias sociais! Parabéns pela lucidez de sempre, Alex. Concordo em gênero, número e grau de que cada plataforma serve a um determinado objetivo/ação/público alvo/finalidade. Abraços, @carolterra.

     
  5. Clap Clap Clap
    Falou tudo o que eu penso sobre os “matadores” de tecnologias e ferramentas. Esses especialistas que matam tudo, no fundo, não se informam e não estudam o básico que o cerca. E o pior: São os que são valorizados por imprimirem uma “tendência”.
    Parabéns pelo seu vídeo e cuidado com alguns especialistas desses tipos “matadores”, para eles não baixarem seu vídeo e republicá-lo em outro canal, hein… kkkk
    Abraços!

     
  6. Realmente, Alex, não bastava o dilema que persiste das empresas quanto a ingressar nas Redes Sociais, colocaram agora o Blog na berlinda – uma excepcional ferramenta para se trabalhar conteúdos e posicionamento institucionais. No atual estado de desenvolvimento das tecnologias sociais, percebo que cada vez mais estamos orientados para uma abordagem de integração dos meios. E as nossas escolhas determinam a direção e a velocidade dessas transformações. Parabéns pelo Vlog! Já estou conectado! Abrs, @fsrede

     
  7. Anônimo says:

    Carol, você é co-criadora deste episódio! Obrigado pelo teu questionamento anterior 🙂

    Rogério, precisamos tomar cuidado com esses “assassinos midiáticos”!

    Fernando, obrigado e continue enviando tuas sugestões e comentários.

     
  8. Parabéns pelo vlog. Conteúdo inteligente!
    Sugestão de pauta:
    Qual será a nova moda da internet pós Facebook/Twitter?
    Será que surgirá algo totalmente novo e diferente do que já existe ou o caminho do Twitter e Facebook é o que será relevante em novas ‘startups’?
    []’s

     
  9. Jackson Douglas S. da Cruz says:

    Acho que os meios estão ficando cada vez mais verticais Como Como o Alex falou, teremos outros meios sociais específicos e teremos o facebook que agregará todos eles.

     
  10. Falou e disse.
    Tem uma frase do Millor sobre essa questão das tecnologias que matam as antecessoras. Eu não me lembro bem como era, mas achei essa aqui na rede: “A nós, vocês e eu, boquiabertos diante das maravilhas da tecnologia, convém não esquecer; a linguagem escrita foi a primeira Internet.”
    Se tu for pensar nessa linha, o rádio já era wireless muito antes da tecnologia de ponta, sem-fio, que conhecemos hoje. Eu vou postat um desenho e uma idéia que desenvolvi a esse respeito no meu blog. Espera só.
    Abraço.

     
  11. Marlos Machado says:

    Muita boa a análise que o Alex faz sobre as redes sociais, principalmente entre o Facebook e o Google. Ok, os 2 são concorrentes, “HOJE”, e se eles se unirem? Não vejo essa joint venture impossível. E se isso realmente acontecer? Seremos totalmente manipulados? Deixo aí uma perguntinha para pensarmos! rs

     
  12. Alex, gostei de te ver comentando Donald Norman. O conceito de affordances foi utilizado na minha dissertação de mestrado, que voce julgou, lembra? Se tiver tempo, gostaria que falasse um pouco sobre a presença do vídeo (conteúdo audiovisual) sendo transitada muitas vezes como “anexa” às interações de texto nessa “ecologia dos meios”… abraços

     
  13. Como diria o baiano: pronto!
    Taí a idéia de que te falei num comentário anterior:
    http://locomotivo.com.br/ka-parade-nao-vote-em-mim/
    O quer diria o rádio pra internet?
    Abraço!

     
  14. Anônimo says:

    Olá Alex, parabéns pela edição 2 do seu vlog. 🙂 E aproveito para dizer que só agora vi que a Carol Terra comentou, em seu post anterior, que eu teria afirmado que “os blogs acabaram ou tendem a se extinguirem”. Ô Carol, eu jamais disse que os blogs sofrem dessa ameaça, muito pelo contrário. Vide o texto que publiquei no Techtudo, e que foi remixado e remasterizado para o livro organizado pela Ana Brambilla:
    http://www.techtudo.com.br/platb/blogs/2011/03/04/decretaram-a-morte-dos-blogs-de-novo/

     
  15. Alex, parabéns pelo excelente post! Sou leitora assídua do seu blog. Já favoritei o vlog e vou indicar.
    Eu já ia escrever (antes de ler o comentário do Inagaki) que não foi exatamente assim que ele abordou a questão da “morte” dos blogs no texto (no livro), apesar de essa “profecia” ser feita por outros. No txt, ele argumenta que os blogs parecem estar longe do fim e que um dos motivos é o próprio encadeamento midiático.
    Sobre o encadeamento, tenho me perguntado de q formas ele pode servir aos portais de televisão, por exemplo, inclusive no tocante aos blogs. Vários artistas/celebridades tem seu blog vinculado ao portal e propagam parte do conteúdo do portal nele. Por ex, há o blog de 1 apresentadora que em certos momentos induz o visitante obrigatoriamente a pg do programa no qual ela trabalha no R7. Além do fato de que cada vez q ela faz um post no blog, faz um tweet sobre. Acho que, p/ esses portais, os blogs podem representar 1 apelo tão ou até mais forte do que os sites de redes sociais si. Penso assim: tweet > blog > pg do programa no portal > portal é um caminho mais comum que tweet > pg do programa no portal > portal, pelo fato de uma chamada como “vê lá no meu blog” ser mais chamativa que “vê lá no portal”.
    Abs!

     
  16. Na linha do que comentou a Lais, o blog também tem a peculiaridade de ser de PROPRIEDADE do autor (bem… nem todos, mas à partir do momento que o sujeito se engaja e toma ciência do que tem em mãos, se ele não tiver a propriedade, saberá negociá-la) enquanto a comunicação através de twitter, facebook, orkut e afina, ainda que personalizada, é de propriedade dessas empresas.
    Isso faz ENORME diferença na motivação de quem publica, além da questão das limitações ao tipo de conteúdo que foi abordado no vídeo e em outros comentários.
    Abraços
    Victor

     
  17. Inagaki, meu amigo, vc tem esse bordão que os blogs vão acabar, mas eu sei que é forma de expressão, afinal, as ferramentas se complementam e encontram usos afins ou não! No entanto, quando você fez a provocação no #ParaEntenderasMídiasSociais, resolvi questionar nosso amigo, @alexprimo, para trazermos à tona a discussão! Grande beijo aos dois!

     
  18. De tudo, me acorda a palavra carinho. Certa vez li um texto da Maria Baptista Cardinale, onde ela fala sobre a trama que amarra comunicação, tecnologia e emoção. Me parece que, como todo vínculo, não há comunicação legítima sem afeto, mesmo que seja este afeto vulnerável das diferentes conexões que estabelecemos na liquidez da comunicação digital. Precisamos é estar conectados uns aos outros e, conseqüentemente, passageiros deste território insondável que a teia das nossas relações trança. Uns mais do que outros utilizamos certas ferramentas para isso, conforme nossas demandas, ou conforme o tipo de vínculo que conseguimos/queremos/podemos estabelecer. Talvez a morte/vida de determinada ferramenta se deva ao seu potencial em dar conta de certos tipos de conexões, de certos tipos de vínculos; dependendo dos navegadores, das culturas e dos lugares (que na rede se reterritorializam).

     
  19. Fico com receio de: uma hora pra outra, todo mundo vire publicitário com essa facilidade de se anunciar em determinados nichos, targets e etc… utilizando uma ferramenta, basicamente, gratuita chamada Facebook.
    Todo esse trabalho e agências especializadas em psicodinâmicas das cores junto ao público-alvo, comportamento do consumidor, etc etc etc vão continuar funcionando no mundo offline. Mas e no online?

     
  20. Adoro seu Blog. Acompanho sempre. continue.Abr

     
  21. Oi Alex,
    Gostamos muito do seu vídeo. Se quiser ver, divulgamos no nosso blog
    http://carteldesign.com.br/blog/a-morte-das-midias-sociais/

     
  22. Leonardo Pessanha says:

    Muito bom, Alex! Como sempre mandaste super bem.
    Só acho que o vídeo está muito “teatralmente” editado.
    O conteúdo se sustenta por si. Não precisa de tantos cortes e “viradas de cabeça”.

     
  23. Muito bom o conteúdo do vlog! Li livros seus na faculdade e agora seu blog é parada obrigatória.
    Sugestão de pauta para o próximo número: de que forma os conteúdos digitais para TV entrarão nessa cadeia entre twitter, facebook, blog, website etc?
    Abraço!

     
  24. Pq a ciência têm tanta dificuldade em lidar com o acaso e a incerteza?
    .
    Quando vc coloca seu pensamento em direção ao passado percebe uma importante sucessão de casualidades, repare que vc sequer citou o Alta Vista, a uma década o padrão em busca, e o Second Life? pq então para o futuro devemos imaginar que o Google, o Twitter e o FaceBook estarão lá?
    .
    Pq a tentação de cravar em algo incerto ao invés de focar nas características do processo sistêmico e simplesmente recusar o futurismo?
    .
    Nenhum dos cases que vc citou foi criado por acadêmicos, investidores ou consultores, ou seja, os profissionais da previsão deveriam dedicar-se ao erro, seu produto mais comum.

     
  25. ahah as medias sociais nunca vao morrer amigo

     
  26. Na minha opinião, essa é uma questão que só o tempo irá responder. Existem muitas variáves para podermos afirmar auqlquer coisa.

     

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